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Agente autônomo de investimentos: o que é?

Conheça o agente autônomo de investimentos


É importante saber que você não precisa estar sozinho no universo dos investimentos. Você sabe o que faz o agente autônomo de investimentos?

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Conhecido popularmente como assessor, o agente autônomo de investimentos é vinculado a uma corretora ou plataforma de investimentos. Faz a ponte entre o investidor e os produtos que estão na prateleira, recebendo e executando ordens de compra e venda.

Porém, o juízo de valor sobre se um produto é ou não relevante para a carteira não é do assessor. Ele apenas mostra os produtos disponíveis – e só pode mostrar produtos que se enquadrem no perfil de risco do investidor.

Sendo assim, o agente não pode montar carteiras, nem recomendar um produto específico (ainda que, na prática, esses limites nem sempre sejam respeitados). O que ele pode fazer é mostrar relatórios de analistas sobre determinada ação ou fundo, para dar suporte à decisão do cliente.

O agente pode fazer operações para o investidor?

Sim, o assessor é a pessoa certa para isso. Mas depende de autorização do cliente antes de executar cada ordem.

Qual a remuneração do assessor?

O assessor não é remunerado diretamente pelo cliente, mas por uma comissão sobre cada produto, conhecida como rebate. Quando você compra um fundo de investimentos, por exemplo, a gestora direciona uma parte da taxa de administração à corretora ou plataforma que o distribuiu, e esta repassa uma fração do que recebe ao assessor que fez a venda para você.

Críticos do modelo de rebate apontam que ele comporta um potencial conflito de interesses. Como nem todos os produtos pagam o mesmo rebate, em tese o assessor pode se sentir mais estimulado a mostrar aquele que renderá uma comissão maior – e não necessariamente será o melhor para aquele cliente.

No fim das contas, são os valores éticos que separam os bons dos maus assessores.

Quais são os requisitos para ser um assessor?

Certificação AAI, expedida pela Ancord (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias). Muitos também obtêm a certificação CFP, assim também podem ajudar o cliente a fazer seu planejamento financeiro. Aliás, no ramo do private banking, a Anbima exige que pelo menos 50% dos assessores de uma casa também sejam CFP.

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