Guia do Investidor

Investir no exterior: como dolarizar sua carteira?

Pensando em investir no exterior, mas não sabe por onde começar? Entenda como fazer isso


Em busca de proteger e consolidar o patrimônio, muitos investidores têm feito o movimento de investir no exterior. Acessar as bolsas de valores de outras economias já foi mais difícil, porém, atualmente, essa é uma dinâmica acessível, o que acaba chamando a atenção de quem deseja diversificar a carteira.

cédulas de 100 dólares representando como investir no exterior
O que você precisa saber antes iniciar a investir no exterior?

A diversificação do portifólio de investimentos é uma grande aliada da proteção do seu dinheiro. Isso acontece porque ao aportar em diferentes ativos, você garante que sua rentabilidade não seja severamente afetada por quedas geradas pela volatilidade econômica específicas que um tipo de aplicação pode sofrer.

Então, quando você coloca o seu patrimônio em outras economias, deixa de depender integralmente do bom funcionamento da economia doméstica, neste caso, a brasileira.

O Brasil é um país em desenvolvimento, o que quer dizer que apresenta mais instabilidade e consequentemente acaba sendo mais suscetível a altas de inflação e uma série de outros fatores que impactam negativamente alguns investimentos. Já mercados desenvolvidos, como os Estados Unidos, acabam por ser mais estáveis e propiciam uma segurança maior.

Entretanto, é válido ressaltar que depositar todo o seu dinheiro em investimentos no exterior não é a solução. A ação de investir sempre implica em riscos, de maior ou menor grau. O caminho mais adequado é balancear os ativos em busca de equilibro, de acordo com seus objetivos e perfil de investidor.

A facilidade para enviar dinheiro para fora do país, proporcionada por corretoras e instituições financeiras, é um dos fatores que ajudam a democratização de investimentos internacionais. Mas, sem dúvidas, existem outros pontos a se considerar antes de começar a acessar outras economias.

Para uma jornada de investimentos menos complicada, é essencial entender exatamente como investir no exterior funciona na prática. Neste texto, o C6 Bank traz uma série de informações importantes sobre o assunto:

  • Por que investir no exterior?
  • Quais as vantagens de investir no exterior?
  • Riscos que investimentos no exterior podem gerar e quais cuidados tomar
  • Quais os tipos de investimentos no exterior?
  • O que é o C6 Global Invest?
  • Como dolarizar a carteira com o C6 Bank?
  • Investir no exterior 2022: vale a pena?

Por que investir no exterior?

Diversificar é sinônimo de segurança?

Existe uma série de fatores que levam investidores a desbravar economias internacionais, mas um motivo que se destaca é a diversificação da carteira.

Se você investe ou está pensando em começar a investir, é possível que já tenha ouvido falar que um dos melhores caminhos para maior rentabilidade e evitar riscos é diversificar os ativos. Isso acontece porque, seja renda fixa ou variável, todas as modalidades têm o potencial de apresentar perigos e benefícios.

Então, se você faz todas as aplicações em único produto, por exemplo, um Certificado de Depósito Bancário (CDB) com a rentabilidade atrelada ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), quer dizer que, enquanto a inflação estiver alta, você vai se beneficiar. Entretanto, a baixa do IPCA ou até mesmo uma deflação pode impactar negativamente seus investimentos.

Nesse sentido, para evitar o peso desse tipo de volatilidade, é essencial que seu patrimônio esteja dividido em diferentes ativos. Assim, você consegue usar as mudanças econômicas a seu favor.

Na prática, essa estratégia funciona a partir de uma lógica onde determinados ativos ou classe de ativos compensam o desempenho uns dos outros e trazem um resultado agregado positivo.

O que significa investir no Brasil?

Para entender os motivos para investir no exterior, primeiro é preciso entender o que quer dizer investir aqui. O Brasil é um país em desenvolvimento, o que quer dizer que a economia brasileira ainda está em processo de consolidação e apresenta oscilações intensas. Investir no Brasil significa saber aproveitar as possibilidades de crescimento, nesse sentido, para quem pensa no longo prazo, é um ótimo caminho.

Os rumos que a política nacional do país segue, por exemplo, impactam bastante o mercado investidor. E não somente isso, as políticas e as dinâmicas internacionais também refletem no funcionamento da economia doméstica.

Um exemplo a se levar em consideração é a recorrência de picos inflacionários que acontecem no Brasil, que acabam gerando a depreciação da moeda brasileira.

Apesar de volátil, existe terreno fértil para se aproveitar em economias que estão se desenvolvendo. É comum que países que acabam lidando com a inflação com frequência consigam superar esse obstáculo com maior facilidade quando comparados a países desenvolvidos. E nestes casos, saber como usar períodos inflacionários e a movimentação da taxa básica de juros a seu favor é uma boa alternativa para maximizar seus rendimentos.

Dos países emergentes, o Brasil é um grande protagonista quando o assunto é aquecimento econômico.  Além disso, existem setores nacionais que contam com um bom desempenho. O agronegócio, por exemplo, é um ponto de destaque que chama a atenção de muitos investidores, assim como a área de geração e transmissão de energia elétrica.

Sem contar que o país realiza um forte trabalho de exportação, o que também pode ampliar os caminhos para os investimentos. E ainda dentro dessa perspectiva, o país também tem um histórico de ser um grande exportador agrícola, o que faz com que os momentos de variação positiva no preço de commodities puxem a economia para cima.

O que significa investir em uma bolsa de valores americana?

Um país como os Estados Unidos apresenta uma economia consolidada, com setores mais aquecidos e maior competitividade. Assim, investir nos EUA significa poder maximizar ainda mais sua rentabilidade e desbravar as possibilidades em áreas pouco desenvolvidos no Brasil, como a tecnologia.

Um sistema financeiro consistente transmite segurança aos investidores. Isso porque os impactos políticos nacionais e globais podem até acontecer, mas comumente ocorrem em um menor grau.

Outro ponto a se levar em consideração é a apreciação do dólar, que comumente é uma moeda mais valiosa quando comparada a reais, ienes, entre outras. Esse é um fator que, novamente, transmite segurança a quem investe, uma vez que isso pode significar uma maior lucratividade e a diminuição da dependência da moeda nacional.

Além disso, ações negociadas na B3, por exemplo, não representam nem 2% das existentes no mercado global e quase não contam com opções no setor de tecnologia. Ao acessar as bolsas de valores americanas, como a NASDAQ, é possível ter contato com uma parcela gigantesca dos títulos de diferentes partes do mundo, e também de grandes empresas, como Apple, Meta e Alphabet. O que coloca a sua carteira de investimentos em uma relação direta com ativos de diferentes países e setores.

Mas é importante ressaltar que apesar do cenário extremamente atrativo, investir no exterior também traz riscos. É essencial fazer um acompanhamento dos índices econômicos globais, por exemplo. Para ajudar os investidores a compreender esses nuances, o C6 Bank produz semanalmente um Relatório Macroeconômico com análises essenciais para potencializar suas transações. Para acessar o conteúdo, basta clicar no link abaixo:

Acesso ao Relatório Macroeconômico e Podcast Macro Review

Quais as vantagens de investir no exterior?

Para resumir os motivos que levam muitos investidores a aplicarem dinheiro no exterior, elencamos os principais fatores:

  • Segurança: ao acessar economias mais consolidadas, é possível diminuir riscos. Principalmente quando comparamos as altas volatilidades do contexto econômico nacional.
  • Diversificação geográfica e balanceamento da carteira: a volatilidade pode prejudicar carteiras que contam apenas com aplicações em um produto ou único país. Caso aconteça alguma mudança muito drástica no cenário local, ter todos os ativos em solo brasileiro não será positivo.
  • Exposição a diferentes setores: o país em desenvolvimento não conta com a infraestrutura necessária para todos os setores crescerem. O que não é o caso de economias robustas, que contam com várias áreas em expansão. Nesse sentido, investir no exterior possibilita que você tenha contato com as diferentes economias globais e com campos que ainda se fazem ausentes no país.  
  • Maximizar o retorno: as bolsas americanas possibilitam que você acesse ativos de todo o mundo, e é possível encontrar ações baratas e com bom retorno.

Riscos que investimentos no exterior podem gerar e quais cuidados tomar:

Como citado anteriormente, apesar de muito atrativo, o mercado internacional também apresenta alguns riscos.

  • Ausência de informação: tentar investir no exterior sem o conhecimento necessário sobre as economias globais pode ser alarmante. Nesse sentido, começar a entender as dinâmicas internacionais é essencial antes de dar o primeiro passo.
  • Variação do câmbio: é possível que a moeda em que você coloque seu dinheiro desvalorize por diferentes fatores, o que, consequentemente, diminui seu potencial retorno.
  • Taxas de câmbio: dependendo do tipo de investimento que você faça, algumas taxas podem ser cobradas e é importante se informar corretamente sobre a forma como elas funcionam, buscando escolher os produtos que contemplam seus objetivos financeiros. Neste caso, investimentos a longo prazo podem superar o risco cambial.

Além disso, assim como a economia doméstica, existem riscos inerentes a qualquer tipo de investimento.

Quais os tipos de investimentos no exterior?

Você sabia que é possível investir no exterior sem necessariamente enviar seu dinheiro para um outro país? A abertura de conta no exterior tem uma série de vantagens, mas Brazilian Depositary Receipts (BDR), Exchange-Traded Funds (ETF), Certificados de Operações Estruturadas (COE) e fundos de investimento são produtos que também possibilitam que você tenha contato com a economia estrangeira de uma forma prática.

Nesse sentido, o recomendado é compreender qual tipo de título mais se adequa a seu perfil de investidor.

O que são BDR?

Uma opção para quem deseja investir em grandes instituições, como a Meta, por exemplo, os BDR são recibos que representam ações de empresas internacionais, mas que são negociadas no pregão da B3. De modo geral, essa é uma forma prática de ter contato com mercados mais consolidados.

Antigamente, para acessar esse produto você precisava ser um investidor qualificado, ou seja, ter mais de 1 milhão aplicados. Hoje, as regras mudaram e comprar BDR passou a ser mais acessível.

Um ponto de atenção sobre essa modalidade é que a liquidação acontece em reais, isso porque você está comprando títulos que representam ações internacionais e não as ações em si. Isso acarreta algumas vantagens, como o não pagamento de taxas internacionais, comumente presentes em investimentos no exterior. Entretanto, é válido acompanhar as oscilações de câmbio, já que elas podem impactar esse tipo de investimento.

Sendo assim, esse tipo de produto é interessante para aqueles que desejam diversificar a carteira e expor o patrimônio a outros mercados.  E para aqueles que estão iniciando, por exemplo, e ainda não se sentem confiantes o suficiente, este também é um bom ponto de partida.

E o que são ETF?

Assim como os BDR, você investe em ETF através da B3. Nessa modalidade, o investidor tem acesso a um fundo que busca replicar um índice de referência. Aqui o que acontece é a centralização de um conjunto de ações com um desempenho acentuado em um único portifólio. Ou seja, você tem acesso a diferentes empresas e setores em um único ativo.

Se você está familiarizado com o conceito de índices, possivelmente já deve ter ouvido falar no Índice da Bolsa de Valores de São Paulo, o Ibovespa. Ele faz o papel de um termômetro, indicando o desempenho das principais ações negociadas na B3.

E é aí que os ETF entram, eles são a representação dos papéis retidos no índice e acompanham suas altas e baixas. No Brasil, um dos mais conhecidos é justamente o que replica as análises do Ibovespa. Agora, para você acessar o mercado internacional, é necessário escolher aqueles que replicam os índices de outras economias, como o S&P 500.

Esse também é um produto recomendado para pessoas que não têm tempo suficiente ou interesse para estudar economias globais, porque é necessário somente acompanhar as flutuações do índice de referência. Os reinvestimentos de dividendos, por exemplo, são feitos de forma automática.

E ainda é válido ressaltar que esse é um tipo de investimento com gestão passiva, ou seja, o gestor não fica em busca de melhores oportunidades, ele apenas replica a composição do índice. Essa é uma estratégia que, no longo prazo, pode ser bastante indicada para quem quer exposição ao mercado de renda variável de maneira mais barata e prática. Inclusive, o investimento em ETF já foi recomendado por Warren Buffett, o maior investidor da atualidade.

Quer aprender um pouco sobre como os BDR e os ETF funcionam? O head de educação financeira do C6 Bank, Professor Liao Yu Chieh, fez um vídeo explicando um pouco mais sobre eles. Abaixo, clique no link e tenha acesso ao vídeo completo.

 ETF E BDR: GUIA BÁSICO PARA INVESTIR

COE: o que são?

Os Certificados de Operações Estruturadas são uma alternativa para quem busca, sobretudo, segurança. Aqui é possível fazer a diversificação entre renda fixa e renda variável, e o retorno pode ser atrelado a diferentes produtos, como ações internacionais, índices das bolsas americanas, moedas e muito mais.

É provável que o valor nominal protegido seja um dos atributos que mais atraia investidores. Isso porque, neste caso, se as suas ações sofrerem impactos de alguma volatilidade do mercado, o valor investido é garantido na data de vencimento do título. Agora se a rentabilidade não sofrer com as oscilações, é possível receber o lucro.

Esse é mais um exemplo de que existem diferentes caminhos para começar a expor a sua carteira ao mercado global. Alguns apresentam riscos maiores, enquanto outros casos são mais adequados a perfis que aceitam o risco de forma moderada.

Mas, apesar de ser um produto que para muitos é sinônimo de segurança, é válido ressaltar que os COE não contam com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O que ressalta a importância de avaliar todos os aspectos de um produto antes de tomar a decisão de investir. Além disso, ao aplicar neste produto, seu dinheiro fica imobilizado por um determinado tempo, sendo preciso estar atento à questão da liquidez.

Fundos de investimentos no exterior

Os fundos de investimentos também são boas soluções para pessoas que não têm tempo suficiente de se aprofundar em análises econômicas. Este tipo de produto é composto por papéis internacionais e muito se assemelham aos ETF, uma vez que reúne em uma carteira ativos diversos.

Nessa modalidade, os recursos de diferentes pessoas são investidos de forma conjunta, se enquadrando então em um tipo de investimento coletivo.

Aqui a negociação também pode acontecer no mercado local, neste caso, através de uma corretora, e o patrimônio é direcionado para ações e outros tipos de produtos das economias globais. O que proporciona a diversificação do seu portifólio e a exposição a outros mercados.

Uma diferença entre ETF e fundos é a gestão, enquanto no primeiro caso ela acontece de forma passiva no segundo é ativa. Ou seja, existe uma análise de quais são os produtos com melhor desempenho para os seus objetivos financeiros.

No link abaixo você tem acesso a um vídeo curto e objetivo sobre fundos de investimentos para quem está começando. E você pode aproveitar e assistir a outros vídeos do Professor Liao Yu Chieh, head de educação financeira do C6 Bank, para se aprofundar ainda mais sobre o assunto.

Fundos de investimento: o que você precisa saber antes de começar?

Mas e se abrir conta no exterior for a melhor opção para você?

De modo geral, os produtos apresentados anteriormente contam com um ponto em comum. Todos transmitem certa segurança para investidores que não contam com tanto tempo para se aprofundar na economia global, mas desejam expor a carteira a diferentes mercados a partir da bolsa e corretoras locais.

É claro que investidores arrojados também utilizam esses produtos para balancear a carteira. Mas, uma vez que estão mais flexíveis para lidar com possíveis riscos, abrir uma conta no exterior costuma ser um grande atrativo.

Um caminho comum é fazer uma pesquisa de instituições financeiras nos EUA e optar por aquela que mais se adequa aos seus objetivos. Normalmente, basta fazer o envio da documentação solicitada (RG, comprovante de endereço, passaporte, declaração de imposto de renda) que a conta é aberta. Mas, além da abertura, você também precisa se preocupar com alguns fatores:

  • Regulação
  • Remessa de dinheiro
  • Análise do custo das taxas vs rentabilidade
  • Imposto de renda
  • Variação cambial

Os motivos citados acima são apenas alguns elementos a se considerar ao investir em ativos internacionais. Porém, o C6 Bank tem uma alternativa que pode descomplicar esse cenário para você, o C6 Global Invest. Abaixo, vamos explicar mais detalhes sobre o produto.

O que é o C6 Global Invest?

O C6 Global Invest é uma plataforma de investimentos internacionais do C6 Bank, que desmitifica que investir no exterior precisa ser complicado. A verdade é que expor a sua carteira a outros mercados e empresas consolidadas, além de ser ótimo para diversificar seu portifólio, também pode ser fácil.

É importante ressaltar que este é um recurso em dólar.

Como dolarizar a carteira com o C6 Bank?

Um ponto de destaque da ferramenta é que você consegue fazer tudo em só lugar. Ou seja, câmbio, investimentos e o acompanhamento da carteira são feitos diretamente no mesmo aplicativo.

Você tem acesso a diferentes tipos de investimentos das bolsas americanas, ações, ADR, ETF e REIT. Assim como aos fundos de investimentos, mutual funds e hedge funds.

Por muito tempo, aplicar em outras economias do globo acabava se restringindo a investidores qualificados, ou seja, que investiam grandes quantidades de dinheiro. O que, por vezes, acabava limitando o acesso de quem deseja começar a investir com pouco. Contudo, esse cenário mudou e agora produtos como esse estão mais acessíveis.

Com o C6 Global Invest, é possível começar a investir com US$ 500 na primeira remessa. E o interessante é que as remessas seguintes podem ser feitas no valor de apenas US$ 100.

Outro ponto destaque é com relação a simplicidade tributária. O que quer dizer que você pode ficar menos preocupado com relação a tributação, já que o Imposto de Renda só é recolhido no retorno do dinheiro para o Brasil.

Além disso, mesmo os investidores mais engajados podem ter dúvidas de como funciona a plataforma e qual é a melhor forma de investir. Por isso, o C6 Global Invest também conta com uma assessoria especializada.

ADR e REIT: o que você precisa sobre esses produtos?

American Depositary Receipts (ADR)

Os Depositary Receipts já foram citados aqui quando falamos sobres os BDR. Resumidamente, este é um produto bastante parecido, com a diferença de que os certificados, neste caso, são negociados nas bolsas americanas e pertencem a outros países, inclusive alguns de companhias brasileiras.

Nesse sentido, os American Depositary Receipts podem permitir que você acesse economias para além da americana, ampliando ainda mais seu portifólio de investimentos.

Real Estate Investiment Trusts (REIT)

Os REIT são produtos que permitem que você invista em imóveis no exterior e são grandes protagonistas das carteiras norte-americanas. Eles atuam quase que como uma mistura de ações e fundos imobiliários. Isso porque, assim como uma ação americana, você recebe os lucros a partir da compra de participação na empresa. Mas apesar de estar totalmente relacionado ao campo de imóveis, os REIT são companhias.

E talvez você esteja se perguntado o motivo de esse ser um produto em destaque. Abaixo, listamos alguns fatores:

  • Dividendos: as empresas precisam distribuir ao mesmo 90% dos rendimentos tributáveis.
  • Rentabilidade: em alguns casos a rentabilidade supera o lucro das ações.
  • Diversidade:, os REIT contam com uma grande variedade de produtos, desde hipotecas a espaços de outdoors.

Ficou interessado em acessar o mercado global de maneira descomplicada? Basta clicar no link abaixo para realizar a abertura de conta.

ABRA SUA CONTA

E ainda é recomendado que você faça a leitura do conteúdo sobre como o C6 Global Invest funciona. Novamente, basta clicar no link a seguir:

C6 Global Invest: como funciona?

Agora se você tem interesse em balancear a sua carteira com ativos locais, é possível usar a plataforma C6 Invest. O recurso também conta com uma assessoria de investimentos, e tem vantagens de corretagem e custódia zero.

Conheça o C6 Invest

Investir no exterior em 2022: vale a pena?

A verdade é que, salvo situações muito excepcionais, diversificar a carteira é sempre indicado. Nesse sentido, expor o seu portifólio ao mercado global vale a pena.

É possível balancear sua carteira de investimentos na expectativa de não sofrer severos impactos com as oscilações da política e mercado financeiro brasileiros. E, ao mesmo tempo, continuar a aproveitar as inúmeras vantagens que você só consegue encontrar no mercado local.

É evidente que expor o seu dinheiro a cenários internacionais não precisa ser difícil, e existem inúmeras ferramentas, como o C6 Global Invest, que podem ajudar ainda mais sua jornada de investimentos.

Desde 2020, o número de pessoas investindo fora do país só tem aumentado. De modo que dolarizar a carteira, principalmente em um momento de intensa apreciação do dólar, pode apresentar algumas vantagens.

Entretanto, é importante ressaltar que esta é uma decisão que dever ser feita com calma, lembrando que existem alguns pontos a se levar em consideração:

  1. Quanto dinheiro você pode investir no momento
  2. Quais seus objetivos financeiros
  3. É um problema investir para médio e longo prazo?
  4. O quanto você conhece e está disposto a conhecer dos setores disponíveis nas bolsas americanas e dos movimentos do mercado global?

Ao começar a responder essas perguntas é possível nortear um caminho sólido para investir no exterior.

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