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Qual o melhor método para juntar dinheiro?

Separar os gastos e registrar suas transações são boas dicas para quem deseja juntar dinheiro com mais rapidez


Mulher de braços cruzados pensando no melhor método para juntar dinheiro

É muito comum encontrar pessoas que têm dificuldades em poupar e, frequentemente, sentem que falta dinheiro ou que não é suficiente para cumprir sonhos e objetivos. Afinal, qual o melhor método para juntar dinheiro?

A seguir, confira algumas dicas que separamos para que você consiga poupar mais e ter uma vida financeira mais confortável.

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Por que juntar dinheiro?

Embora seja prazeroso saciar desejos momentâneos, o gasto sem planejamento pode acabar tendo mais prejuízos do que benefícios. Juntar dinheiro permite que você consiga realizar sonhos, bem como amenizar eventuais problemas financeiros.

Além disso, as duas ideias não precisam ser necessariamente opostas. Com um bom planejamento e controle de seus gastos, você também terá mais conforto para fazer aquisições que estavam fora dos planos, sem sacrificar sua saúde financeira para isso.

Qual o melhor método para juntar dinheiro?

A verdade é que não existe um único método que supere todos os outros. Há diferentes formas de juntar dinheiro e a eficácia delas varia de pessoa para pessoa, de acordo com a realidade de cada um.

Pensando nisso, separamos 5 dicas que você pode adotar para te auxiliar a poupar dinheiro. Confira:

Defina quanto você deseja juntar

Tendo um número definido em mente, fica mais fácil estabelecer também um valor para ser depositado mensalmente. Ao juntar apenas por juntar, o processo pode acabar ficando desorganizado, com quantias diferentes sendo poupadas todo mês, por exemplo.

Se você define que quer juntar R$ 8.000, por exemplo, ao longo de um ano, é possível visualizar a melhor forma de se planejar para atingir esse número.

Tenha um objetivo

Neste caso, o objetivo diz respeito não ao valor que se deseja atingir, mas à finalidade (ou finalidades) que você pretende dar a esse dinheiro.

Para isso, você pode definir objetivos de curto, médio e longo prazo. Com uma finalidade em mente, você ganha mais motivação para continuar juntando o dinheiro.

Categorize os gastos e corte os desnecessários

Nem toda despesa é igual. Algumas são inevitáveis, como contas de energia, água, aluguel, entre outras. Junte todas essas despesas fixas e entenda quanto elas custam para o seu orçamento mensal.

Em seguida, faça a mesma coisa com os gastos extras, aqueles que não possuem frequência definida e têm valores que podem sofrer uma grande variação. Lazer, vestuário, acessórios para pet, viagens — veja o quanto essas despesas pesam no seu bolso e, a partir daí, estipule um limite para essa categoria de gastos, além de repensá-los para ver se nenhum pode ser cortado para conseguir poupar maiores quantias.

Registre suas transações

Adote uma espécie de fluxo de caixa pessoal. Isso significa anotar todas as entradas e saídas de dinheiro da sua conta, seja com um app, caderno ou qualquer outra ferramenta.

A ideia é que, conhecendo seu ganho e custo médios, você consiga planejar antecipadamente o que fazer com o dinheiro que sobra.

Fazendo um bom registro, você provavelmente fará depósitos maiores, facilitando e encurtando o tempo necessário para atingir seus objetivos.

Monte uma reserva de emergência

A reserva de emergência é, basicamente, uma quantia que você guarda a fim de utilizar em situações, como o próprio nome indica, emergenciais.

A importância desse mecanismo dentro do contexto de métodos para juntar dinheiro é simples: caso você encontre um imprevisto, poderá descontar os valores da sua reserva de emergência, permitindo que continue a juntar seu dinheiro normalmente, sem grandes prejuízos. Ou seja: seu planejamento não será alterado.

É claro que será necessário repor a reserva depois — recomenda-se que ela cubra sempre o triplo do seu custo mensal de vida —, mas você terá mais espaço e conforto para administrar suas finanças se já estiver com uma reserva preparada para eventuais imprevistos.  

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