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Pix é pop: confira as novidades do meio de pagamento

Agendado, saque, troco, cobrança e até parcelado. Conheça as novidades que já chegaram e o que vem por aí


O Pix caiu na graça do brasileiro. Uma pesquisa do C6 Bank/Ipec mostrou que para mais 80% das pessoas, o Pix é melhor do que o DOC e a TED. Parte do sucesso se justifica pela transação ser instantânea e gratuita, e por ser feita com dados como e-mail, CPF ou número de telefone. 

O Pix foi lançado em novembro de 2020 e desde então tem ganhado novas funções. A princípio só era possível fazer transferências imediatas. Agora, a função de agendar os pagamentos já está disponível. 

E tem mais novidades: Pix Saque, Pix Troco, Pix Cobrança e Pix Garantido. Entenda abaixo como funciona cada modalidade.

Pix agendado 

A função de agendar já está habilitada e é semelhante a transferência imediata. O que muda é que antes de concluir a operação é necessário alterar a data para o dia que você deseja que a transferência seja realizada.  

Pix Saque 

O Pix Saque permite que qualquer pessoa cadastrada no sistema de pagamentos realize saque de dinheiro em qualquer ponto comercial ou caixas eletrônicos que decidam ofertar esse serviço. O limite máximo das transações será de R$ 500 durante o dia e R$ 100 à noite (das 20h às 6h). 

Pix Troco 

O Pix Troco tem a dinâmica bastante parecida com o Pix Saque, com a diferença que nesse caso o saque pode ser feito durante pagamento de compras no estabelecimento. Com limite de R$ 500 durante o dia e R$ 100 à noite (das 20h às 6h).

Pix Cobrança  

A modalidade vai permitir que lojistas, fornecedores, prestadores de serviços e empreendedores possam emitir um QR Code para operações de pagamento imediato ou em data futura com informações sobre juros, multas e descontos. Na prática, vai funcionar como um boleto bancário. Algumas funções do Pix Cobrança já estão valendo enquanto outras devem entrar em vigor até o segundo trimestre de 2022. 

Pix Garantido  

Essa funcionalidade vai permitir o parcelamento de compras e o débito automático no Pix, que quer incluir pagamentos recorrentes na solução. A previsão do Banco Central é que seja lançado no segundo trimestre do ano que vem.