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Como fazer uma poupança para o meu filho?

Conheça as melhores opções para formar uma poupança para a maioridade do seu filho


Casal sorrindo sentado um ao lado do outro olhando uma folha de papel
Aprender a como fazer uma poupança para os seus filhos, pode ser mais fácil do que parece.

Construir um plano de investimentos para os filhos que você tem ou pretende ter é um dos melhores presentes que você pode dar a eles. Se bem executada, essa estratégia pode render o capital necessário para realizar sonhos importantes, seja um curso universitário, uma temporada no exterior ou mesmo um pontapé inicial para a independência financeira. Ao longo dos 18 anos que separam o nascimento da maioridade, há tempo e espaço para construir uma bela reserva. Mas, afinal, como fazer uma poupança para o seu filho?

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Quando começar?

Quanto mais cedo esse esforço de poupança começar, melhor. A primeira razão é matemática. Isso porque é preciso aproveitar a dinâmica dos juros compostos para maximizar os ganhos.

Mas há um segundo motivo, igualmente importante. Um horizonte tão longo permite aos pais ampliar o leque de opções, incluindo modalidades de investimento com risco maior, mas que possibilitam obter maiores retornos no longo prazo. 

Investir em ações pode ser uma boa?

A resposta é sim. A ideia de investir em renda variável pode assustar algumas pessoas, principalmente os pais com um perfil conservador. Mas apostar nesse tipo de investimento, seja em ações ou fundos, traz um retorno maior.

Quais são as melhores opções na renda fixa?

Entre os títulos públicos, o Tesouro IPCA+ é uma boa opção. Como são títulos com vencimentos geralmente longos, eles propiciam uma rentabilidade maior, inclusive para justificar o risco aumentado pelo prazo. Isso porque, em uma eventual venda antecipada, eles sofrem marcação a mercado, ao sabor da taxa de juros vigente, o que pode trazer surpresas boas ou ruins para o investidor na hora do resgate.

Para vencimentos não tão longos,  as LCIs e LCAs também representam uma boa opção.

Previdência pode funcionar?

Sim, especialmente para os pais que não têm paciência e/ou disciplina para investir por conta própria mensalmente. Aqui, a melhor opção é um VGBL com tributação regressiva, em que cada aporte passará a ter alíquota de IR de apenas 10% após dez anos.

Quando os filhos podem começar a participar mais ativamente do projeto?

Não há uma resposta definitiva. Alguns filhos vão querer se envolver mais e outros, menos. É comum que, com 13 e 14 anos, eles comecem a demonstrar interesse no assunto.

Sem dúvidas, participar das decisões ao longo desse processo faz com que os filhos cheguem à maioridade mais familiarizados com o assunto dinheiro e, portanto, com mais autonomia. 

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